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Sargento Neto denuncia impacto do corte de recursos do Exército no enfrentamento ao crime organizado

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O deputado estadual Sargento Neto criticou duramente o governo Lula pelo contingenciamento de recursos do Exército Brasileiro, o que afetou as medidas de proteção das fronteiras do país.

“Enquanto o crime organizado se fortalece, o governo corta verbas e o Exército suspende ações na fronteira”, lamentou o deputado.Segundo o parlamentar, essa decisão de Lula reflete a postura do seu governo em relação ao enfrentamento do crime, que Neto considera cada vez mais complacente.

“Quem paga a conta dessa decisão é a população brasileira. Segurança pública não se faz com discursos, mas com investimento, presença do Estado e combate firme à criminalidade”, criticou.

O contingenciamento de recursos promovido pelo governo federal no orçamento de 2026 levou o Exército Brasileiro a suspender parte das operações realizadas nas regiões de fronteira do país. A medida ocorre após o bloqueio de R$ 4,3 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa, determinado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como parte do ajuste fiscal anunciado no fim de maio.

Segundo informações divulgadas por veículos de imprensa nacionais, cerca de R$ 1,5 bilhão do valor contingenciado atingiu diretamente o Exército.

Com a redução dos recursos, operações específicas de monitoramento e combate ao crime organizado nas fronteiras foram suspensas ou adiadas, afetando ações voltadas ao enfrentamento do tráfico de drogas, contrabando, garimpo ilegal e outros crimes transnacionais.

A redução dos recursos gerou preocupação entre integrantes das Forças Armadas e especialistas em segurança pública, que apontam o risco de diminuição da presença estatal em regiões sensíveis ao avanço do crime organizado.

“O país vive uma verdadeira guerra civil com as organizações criminosas e o presidente que aí está, mas não nos representa, tira recursos para o enfrentamento às facções”, condenou Sargento Neto.