Uma ação movida pela Aliança Nacional pela Defesa Ética na Saúde Suplementar (ANDESS) pede a interdição imediata do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) e o afastamento de toda a diretoria da instituição.
A denúncia foi motivada porque, segundo a Andess, o CRM-PB estaria a serviço dos interesses de operadoras de planos de saúde, especialmente ligadas ao sistema Unimed.
A ação foi divulgada pelo colunista Lauro Jardim do jornal O Globo.
No processo, a Andess acusa o CRM-PB de ter arquivado 100% dos processos éticos relacionados a óbitos de pacientes, prática que contraria o Código de Processo Ético-Profissional da medicina e que essa conduta teria impedido a responsabilização ética de profissionais em situações graves.
A denúncia cita três mortes específicas, além de relatos de pacientes que teriam sofrido lesões graves, associadas a negativas de cobertura por planos de saúde ou atrasos na autorização de tratamentos urgentes.
Ainda segundo o texto, mesmo diante desses casos, não teriam sido aplicadas sanções disciplinares.





