Equipes da Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), se reuniram na tarde desta quarta-feira, 25, com os proprietários dos quiosques localizados no Açude Velho.
O encontro teve como objetivo construir soluções conjuntas após a recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para a interdição preventiva dos estabelecimentos, em decorrência de irregularidades no descarte de esgoto.
Durante a reunião, a Sesuma dialogou diretamente com os comerciantes para alinhar medidas que possibilitem a regularização da situação, garantindo o cumprimento das normas ambientais sem comprometer a atividade econômica dos trabalhadores que dependem do local.
Como encaminhamento ficou definida a elaboração de um documento técnico, que será apresentado ao Ministério Público, reunindo informações sobre intervenções já realizadas por alguns proprietários, além de evidenciar a disposição coletiva dos comerciantes em se adequarem às exigências legais.
Entre os pontos destacados, está o compromisso dos donos de quiosques em realizar a ligação correta à rede de esgoto existente com a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa).
A proposta da Prefeitura é solicitar a sensibilidade dos órgãos envolvidos para a ampliação do prazo estabelecido, permitindo que todos os estabelecimentos possam se regularizar de forma adequada.
A gestão municipal também reforçou que dará suporte técnico, por meio de acompanhamento de engenharia, para viabilizar as ligações necessárias junto à Cagepa.
Para o secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, Dorgival Vilar, o momento é de diálogo e construção de soluções.
“Nos reunimos com os comerciantes para ouvir, orientar e, principalmente, construir uma solução conjunta. Existe uma boa vontade, por parte dos proprietários, em se adequar e a Prefeitura está pronta para dar todo o suporte necessário nesse processo. Vamos encaminhar esse documento ao Ministério Público e a Cagepa, solicitando a ampliação do prazo, para que seja possível regularizar a situação sem prejudicar o sustento de dezenas de famílias que dependem daquela atividade”, destacou.





